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Criança e eletrônicos: Como equilibrar o uso dos tablets e smartphones?

É claro que a tecnologia veio para facilitar uma série de coisas em nossa vida, e uma delas é auxiliar o desenvolvimento da criança com jogos interativos e atividades de cognição. No entanto, é preciso haver equilíbrio na utilização dos eletrônicos, para que não haja prejuízos para os pequenos.

Limite de tempo com eletrônicos

A primeira sugestão que damos é limitar o tempo que a criança pode ter acesso ao eletrônico. Afinal, é importante para o pequeno que ele entenda que existem várias atividades que podem ser realizadas e que a brincadeira com o tablet e o smartphone também fazem parte desta lista, mas não são primordiais.

Também é importante que eles entendam que se passarem muito tempo com os olhos grudados na telinha, podem acabar tendo algum tipo de prejuízo para seus olhos. Então o ideal é conversar com os pequenos e estabelecer seus limites. E não se esqueça, é claro, de acompanhar as atividades deles nos aparelhos e ver o que exatamente estão acessando.

Idade para lidar com eletrônicos

Não existe exatamente uma idade certa para que as crianças passem a ter contato com eletrônicos, mas segundo a Academia Americana de Pediatria, os menores de 1 ano não devem ser expostos à tecnologia. Neste período, os pequenos devem ficar mais ativos e precisam ser incentivados à socializar, desenvolver capacidade motora e afins.

Pontos positivos da tecnologia

Claro que estamos falando sobre a importância de preservar das telinhas conectadas, mas precisamos admitir que é difícil mantê-los longe dos eletrônicos nos dias de hoje. E, de certa maneira, os aparelhos podem sim auxiliar a desenvolver a comunicação das crianças, bem como capacidade motora e afins.

O ideal é que um adulto sempre acompanhe as atividades eletrônicas das crianças, até para ensinar, brincar junto, ajudá-lo a desenvolver vocabulário, aprendizado de cores, formas, memória, lógicas de associação, e por fim, fazer daquele um momento em família para evitar que o pequeno fique antissocial e não queira desenvolver outras atividades.

Escolhendo as atividades

É importante que os pais (ou a babá, em acordo com os pais) tenham o controle sobre a atividade da criança, ou seja, escolham o que ela poderá acessar. Os jogos devem ser escolhidos de acordo com a faixa etária (porque muitos são rápidos, confusos e barulhentos para os muito pequenininhos).

Escolha jogos que permitam que mais de uma pessoa jogue ao mesmo tempo e que estimulem a interação entre os participantes.

Tempo para utilização de eletrônicos

Para bebês entre 1 e 2 anos, a indicação é que eles utilizem no máximo 15 minutos de tecnologia, sendo ela tablet, TV ou smartphones. Tudo, é claro, com a sua supervisão.

A partir dos 3 anos, a criança já pode ter um pequeno aumento de tempo total em frente às telas, como por exemplo de 1 a 2 horas (no máximo, contando TV, smartphones, tablets). É importante que as atividades com os eletrônicos não invadam o tempo de outras, como comer, dormir, brincar com brinquedos físicos, exercícios e afins.

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