Babá

Curso profissionalizante é importante?

Quando falamos da profissão babá, automaticamente pensamos no ponto chave do trabalho: o cuidado específico com as crianças. Esta profissão, que a cada dia cresce no Brasil, deve ser extremamente valorizada, afinal estamos falando dos pequenos. Por isso, é importante pensar em um curso profissionalizante.

Ser babá exige muita responsabilidade e gosto por crianças. Esses são dois requisitos básicos para quem quer trabalhar nesta profissão. Para aprimorar quem deseja entrar ou se atualizar na área, são oferecidos cursos profissionalizantes, especialmente nas grandes capitais dos Estados.

Por que apostar em um curso de babá?

Com um curso de babá, a profissional apresenta muito mais credibilidade para o seu empregador. Afinal, é uma prova que aquela profissional entende, de fato, sobre o assunto.

Um outro ponto importante é o salário. Com cursos profissionalizantes e experiência, o valor a ser pago pode aumentar consideravelmente. Todo curso, especialmente nesta área, pode ser considerado investimento.

Para as babás que são contratadas em regime CLT, é mais importante ainda ter o curso profissionalizante. As babás têm os mesmos diretos do empregado doméstico, como recolhimento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), INSS, 13º salário e seguro-desemprego, por exemplo.

Outros cursos

Para deixar o seu currículo ainda mais atraente, é interessante apostar em outras especializações, como curso de lactente, primeiros socorros e afins. Estes diferenciais podem contabilizar – e muito – na próxima contratação.

Experiência

É claro que muitas profissionais começaram sua carreira cuidando de crianças de parentes, amigos e vizinhos e, com isso, entenderam que era interessante investir neste trabalho. No entanto, o fato de apresentar os certificados de cursos é algo que pode contar como um diferencial importante na contratação. Mesmo que a babá tenha referências e indicação de antigos contratantes.

O certificado do curso atesta o seu interesse nesta carreira e deixa, de certa forma, os contratantes mais seguros. Afinal, esta profissão quase que “de risco” gira em torno do bem mais precioso dos empregadores: os seus filhos.

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