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Verão, poluição e ar seco: perigos para o bebê

O verão é uma época deliciosa, em que aproveitamos os dias ensolarados, praia e piscinas. No entanto, é importante ficar atento com as altas temperaturas versus o tempo muito seco. Especialmente para quem mora em grandes capitais, como São Paulo, o cuidado é triplicado, por conta da poluição.

Segundo um relatório realizado pela Organização Mundial da Saúde, 93% de crianças menores de cinco anos vive em regiões poluídas, que oferecem risco à saúde. Ainda de acordo com o estudo, em 2016 pelo menos 600 mil bebês morreram por problemas respiratórios relativos à baixa qualidade do ar.

Doenças ocasionadas pela poluição

Precisamos levar em consideração o efeito estufa e como a falta de circulação de ar, nos dias mais quentes, piora as condições de respiração das crianças. E os problemas já começam na gravidez. Segundo o relatório, a poluição pode aumentar o risco de prematuridade e ainda causar problemas neurológicos e pulmonares nos bebês, mesmo antes de eles nascerem.

Crianças que nascem em locais com alto índice de poluição também podem desenvolver bronquites, infecção da vias aéreas, asmas e até mesmo alguns tipos de câncer infantil.

Cidades brasileiras

No Brasil, de acordo com a pesquisa, 3 mortes em cada 100 mil crianças acontece por conta da baixa qualidade do ar. Pelo menos 75% da população vive em locais com grande concentração de toxinas.

Como evitar problemas com a poluição

Infelizmente é impossível evitar que as crianças respirem as toxinas no ar. E o pior: Elas, por serem baixinhas, absorvem ainda mais poluição, por estarem próximas do chão, em um momento em que seus pulmões ainda estão em desenvolvimento.

O que se pode fazer para evitar doenças respiratórias é sempre optar por nebulização, mesmo no verão. Faça inalação com soro fisiológico nas crianças, lave o nariz dos pequenos com soluções antissépticas e procure sempre observá-los. Qualquer sinal diferente que apresentarem, é importante leva-los ao médico.

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