Papais e Mamães

O que fazer quando as crianças não querem ir para a escola?

No fim do ano, muitos papais já começam a se mover para fazer as matrículas nas escolinhas para os filhos. Com estas preocupações, surgem outras. Afinal, muitas crianças acabam travando e se recusando a ir à escola.

O que fazer quando a criança se recusa a ir para a escola?

Primeiramente é preciso parar e tentar entender o que está acontecendo. Observar o comportamento do pequeno na hora de trocar de roupa, tomar café da manhã e mesmo entrar no carro para sair de casa, é o começo. Muitas crianças acabam simulando dores de cabeça, começam a chorar a afirmam se sentir doentes justamente para faltar. É possível que estejam com medo ou algum tipo de insegurança – que é relativamente comum na fase escolar entre os 5 e 7 anos.

Choro na primeira ida à escola

Muitos pequenos, que estão indo pela primeira vez à escola, choram bastante no início. No entanto, não é preciso se preocupar neste caso. É tudo uma questão de adaptação e de enxergar o novo, afinal ele está saindo do colo da mãe para começar a desbravar o mundo sozinho.

Superando os desafios

O que te dizemos é: paciência. Paciência e dedicação. Toda adaptação leva realmente um pouco de tempo e é preciso estar ali para apoiar as crianças e fazê-las entender que é importante ir à escola.

Se caso a recusa persistir por muito tempo, no entanto, é preciso ficar de olho e, de repente, pedir ajuda para os pedagogos, psicólogos e até mesmo assistentes sociais. Em muitos casos, a criança pode estar sofrendo algum tipo de pânico, bullying, ansiedade e depressão.

Sem superproteção

A gente sabe que é muito difícil deixar os filhos andarem sozinhos e a separação pra esta primeira fase da escola pode ser traumática – especialmente para os pais. No entanto, a insegurança dos pais também pode acabar afetando os filhos. É importante que os pais dêem credibilidade aos pequenos e mostrem a sua confiança, para que eles próprios se sintam seguros de começar a nova fase.

É importante, também, não pressionar as crianças a falar o que estão sentindo. É preciso ir com calma, inclusive porque elas podem mesmo estar sofrendo bullying e isso é sério. O ideal é conversar normalmente, fazer perguntas do dia a dia, dos professores, do ambiente, das tarefas corriqueiras.

 

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